Quando a palavra QUERO está sempre no mesmo lugar, a mão aprende o caminho, e a pessoa pode pensar no que quer dizer, não em onde procurar. Veja o que é planejamento motor na CAA e como organizar o vocabulário para que ele cresça sem perder a consistência.
A mesa é um dos lugares onde mais conversamos no dia a dia. Pedir mais, dizer que está satisfeito, comentar o sabor e participar do papo da família: veja como a CAA pode fazer parte das refeições de forma natural e acolhedora.
Contar uma piada, fazer uma provocação carinhosa ou soltar um comentário engraçado na hora certa: o humor aproxima as pessoas e mostra quem somos. Neste artigo, trazemos ideias práticas para colocar o riso dentro do sistema de CAA e abrir espaço para a personalidade de quem se comunica de forma aumentativa e alternativa.
Escolher a cor da camiseta, o lanche ou a brincadeira parece simples, mas cada escolha é uma oportunidade de comunicação e autonomia. Veja como usar a CAA para oferecer escolhas reais, respeitar as respostas e ampliar aos poucos o universo de possibilidades.
Muitas pranchas e aplicativos de CAA estão cheios de pedidos, mas têm pouco espaço para a recusa. Neste artigo, falamos sobre por que o não é uma das palavras mais poderosas da comunicação, como ensiná-lo com carinho e o que fazer quando ele aparece nos momentos menos convenientes.
Ninguém aprende uma língua sem ouvir outras pessoas usando essa língua. Na CAA é igual: quem usa pranchas ou aplicativos precisa ver a gente se comunicando com eles. Conheça a modelagem, uma das estratégias mais importantes para apoiar a comunicação, e veja como começar hoje mesmo.
Muitas vezes, só quem convive todo dia sabe usar a CAA da criança ou do adulto. Mas comunicação é vínculo, e os avós, tios e primos também fazem parte dessa história. Veja como apresentar a CAA à família estendida com carinho, paciência e sem sobrecarregar ninguém.
A CAA não termina quando a escola acaba. Neste artigo falamos sobre vocabulário para o trabalho, preparação de entrevistas, ajustes razoáveis no ambiente profissional e o que colegas e gestores podem fazer para que a pessoa que usa CAA participe de verdade — com voz, com tempo e com autonomia.
Muita gente que usa CAA passa o dia respondendo perguntas dos outros e quase nunca tem a chance de fazer as suas. Neste artigo, falamos sobre por que perguntar importa tanto, quais palavras colocar na prancha, como modelar perguntas no dia a dia e o que fazer quando a pergunta finalmente chega.
Muitos adolescentes que usam CAA seguem com um vocabulário montado na infância: bichinhos, brinquedos, frases de criança pequena. Mas quem cresce quer falar de música, de amizade, de vergonha, de vontade de ficar sozinho. Este texto traz caminhos práticos para fazer a prancha crescer junto com a pessoa.
A pergunta “como foi seu dia?” costuma terminar em silêncio para quem usa Comunicação Aumentativa e Alternativa — não por falta de vontade de contar, mas por falta de ferramentas e de contexto compartilhado. Reunimos estratégias simples para transformar a volta pra casa em conversa de verdade.
Português e espanhol na fronteira, japonês com os avós, árabe na cozinha, Libras na sala. Quando a CAA entra em cena, muitas famílias ouvem que precisam escolher uma única língua. Mostramos por que isso não se sustenta e como organizar a comunicação sem apagar a história de ninguém.