Muita gente acredita que primeiro vem a prancha com símbolos e, só depois, as letras. Mas o alfabeto é a chave que abre a comunicação ilimitada: com ele, a pessoa pode dizer qualquer palavra, inclusive as que ninguém programou. Veja como incluir letras na CAA desde cedo, com carinho e sem pressa.
Muita gente imagina que usar CAA significa abandonar gestos ou vocalizações. Na prática, acontece o contrário: a comunicação humana é multimodal por natureza. Neste artigo, explicamos o que isso significa, por que nenhuma forma de se expressar precisa ser eliminada e como apoiar, no dia a dia, todos os caminhos que a pessoa usa para dizer o que quer.
Antes de escolher pranchas, vocabulário ou dispositivo, existe uma decisão que muda tudo: acreditar que aquela pessoa tem o que dizer. Neste artigo, explicamos o que é presumir competência na Comunicação Aumentativa e Alternativa e como transformar esse princípio em atitudes concretas do dia a dia.
Escolher o vocabulário e o aplicativo é metade do caminho. A outra metade é como a pessoa alcança os símbolos: com o dedo, com a mão inteira, com um acionador, com o olhar ou com a ajuda de um parceiro. Um guia acolhedor sobre formas de acesso na CAA e sobre os pequenos ajustes que destravam a comunicação.
Muita gente que usa CAA consegue pedir suco, mas não tem como dizer que está com ciúmes, frustrada ou orgulhosa. Neste artigo, mostramos por que o vocabulário emocional merece lugar de destaque na prancha e como ensiná-lo sem cobrança, no meio da vida real.
Ninguém se comunica perfeitamente o tempo todo — nem quem fala, nem quem usa pictogramas. O que muda tudo é o que acontece depois do mal-entendido. Neste artigo, mostramos como reconhecer uma quebra de comunicação, reparar o caminho junto e ensinar estratégias de reparo para quem usa CAA.
A CAA só funciona de verdade quando acompanha a criança para todos os lugares, inclusive a escola. Veja como família e professores podem trabalhar juntos para isso acontecer.
Poucas palavras respondem pela maior parte do que falamos todos os dias. Descubra o que é vocabulário nuclear na CAA, por que ele merece atenção especial e como incluí-lo nas rotinas da família.
Brincar de casinha, de super-herói ou de médico não é só diversão: é um dos jeitos mais naturais de praticar linguagem. Veja como incluir a CAA nesses momentos sem transformar a brincadeira em terapia.
A leitura compartilhada é um dos momentos mais gostosos do dia — e também uma oportunidade valiosa de comunicação. Veja como incluir a CAA na hora da história de forma leve e natural.
Nem sempre a dor aparece no rosto ou na voz. Para muitos usuários de CAA, comunicar desconforto físico exige vocabulário específico e observação atenta. Veja como construir esse repertório em casa e na escola.
A música tem um jeito único de aproximar as pessoas. Neste artigo, mostramos como canções, ritmos e instrumentos podem se tornar aliados da CAA, criando oportunidades leves e afetivas de comunicação em casa e na terapia.